Midnight Movies: importância cultural e impacto social das sessões da meia noite nos anos 70

26 abr

(escrito no segundo bimestre de 2009)

Mais que apenas uma meia noite

O termo midnight movie foi utilizado para designar diversos tipos de filme. Nos anos 50, ele se referia aos longas que iam ao ar na televisão norte-americana a partir da meia noite. O que os unia era a qualidade questionável e a temática inadequada para o padrão social da época. A partir dos anos 70, o rótulo esteve associado a películas alternativas que não conseguiam entrar no circuito normal dos cinemas norte-americanos e eram exibidos na sessão da meia noite, mais notoriamente em salas de Nova Iorque. Hoje em dia, o termo é usado para pré-estreias que ocorrem nesse horário, mas é possível encontrá-lo também como sinônimo para cinema alternativo.

Evidenciada a abrangência do termo, faz-se necessário esclarecer que esta breve pesquisa tratará apenas do fenômeno relacionado à sua acepção relativa à década de 70. Considero essa fase notável pelo grande impacto que exerceu sobre a contracultura da época e sua influência substancial para a própria cultura cinematográfica das décadas posteriores, apesar da distribuição segregada e marginal que esses filmes tiveram. Mesmo tendo uma pluralidade incomum, o midnight movie setentista conseguiu tornar-se um gênero, sendo possível circunscrever características peculiares e traçar paralelos entre os títulos que compõem essa vertente do cinema alternativo.

Existem três classificações recorrentes e apropriadas para discutir a cultura dos midnight movies: trash, exploitation e camp. Todas têm uma carga muito específica em seu idioma original e se tornaram gêneros com o tempo. O “trash” caracteriza uma produção de custo baixo e má qualidade geral, de edição, atuação, roteiro, entre outros. O “exploitation” sinaliza a exploração exagerada de determinado fator, na tentativa de exaltá-lo como fetiche. Por fim, o “camp” é um termo ligado à ironia e ao mau gosto, buscando o precário de forma intencional – e não por deficiência, como muitas vezes acontece com o trash.

Havia um público considerável nos Estados Unidos, no início dos anos 70, disposto a consumir obras ácidas que incluíssem esses elementos. Uma série de eventos trágicos dos anos 60 colaborou substancialmente com isso, sendo possível destacar como mais vigorosos: os assassinatos de John Kennedy e Martin Luther King; a falência do movimento hippie, com seus heróis e seguidores passando do uso recreativo de drogas ao compulsivo, muitas vezes morrendo de overdose; e a dificuldade da sociedade em impedir a carnificina sem sentido ou resultado no Vietnã.

Essa atmosfera possibilitou espaço no imaginário norte-americano para a aceitação de arte niilista, cínica, experimental, transgressora e sem censura. Esse público buscava algo completamente fora do sistema, que chocasse, divertisse e inovasse, possibilitando um mundo diferente e novo. O cinema foi uma das maiores válvulas de escape para aqueles que se sentiam impotentes diante da situação política e social do país. Foi nesse contexto que floresceu o midnight movie, proporcionando momento onde os espectadores podiam se sentir unidos e fortes de novo, enquanto os criadores podiam ser intensos e realizar algo autêntico sem hesitar. Mas como bem destacou John Waters, uma das figuras mais admiradas na contracultura cinematográfica, durante uma de suas entrevistas, a maior parte da sociedade ainda odiava esses filmes, pois eles contrariavam todos seus valores elementares.

A fagulha de El Topo

Há divergências sobre qual teria sido o primeiro midnight movie. Certos registros apontam que cinemas itinerantes dos anos 30 já exibiam filmes dessa linha em sessões à meia noite. Em 57, ocorreu uma série de exibições do tipo para o terror Curse Of Frankenstein, de Terence Fisher, e em 68, o mesmo aconteceu para o curta surrealista Messages, Messages, de Steven Arnold. Além desses exemplos mais concretos, é possível apontar o artista plástico Andy Warhol e o cineasta Luis Buñuel como nomes importantes que abriram passagem para a existência desse tipo de evento, pois os mesmos chegaram a realizar sessões soltas de seus filmes nesse horário e em circuito alternativo.

El Topo, do chileno Alexandro Jodorowsky, parece ser o título mais aceito como referência inicial de midnight movie. Seu êxito comercial foi uma grande surpresa, tanto por ser exibido à meia noite quanto por sua história hermética e surreal. Quem assiste apenas o início do filme, pode ter a impressão de um simples faroeste mexicano ou, se preferir, um “taco western”. Mas, aos poucos, Jodorowsky introduz alta carga de misticismo, cota considerável de atores deformados e grande dose de ultraviolência. Era muito singular, mesmo para a época. Ao apresentar El Topo para as distribuidoras de cinema norte-americanas, Jodorowsky foi desacreditado. A única brecha que conseguiu foi na sala Elgin, em Nova Iorque – ainda assim, em uma abandonada sessão da meia noite. O Elgin tinha experimentado isso uma vez com o curta Invocation Of My Demon Brother, do cineasta vanguardista Kenneth Anger, e decidiu repetir a dose, desta vez com um longa.

A estreia ocorreu em dezembro de 1970. Mesmo sem publicidade, a sala atingiu surpreendente lotação máxima, não só naquela ocasião, mas em todas sessões da meia noite, diariamente, por nove meses seguidos. O fenômeno é explicado pelo “boca a boca” de um público que estava sedento por cinema alternativo, em meio a um cenário artístico em ebulição. Personalidades da contracultura, como Dennis Hopper, Peter Fonda e o grupo de Andy Warhol, iam uma ou mais vezes às exibições. Críticas positivas foram publicadas em vários jornais, como New York TimesVillage Voice e Newsweek. O filme tornou-se um sucesso do underground. Antecipando o que aconteceria com algumas das atrações seguintes do Elgin e de outros cinemas que bancariam o circuito da meia noite, El Topo estabeleceu um culto de adoradores ao seu redor. Pessoas lotavam o cinema para ver o mesmo longa várias vezes, como se fosse uma grande festa ou cerimônia onde podiam encontrar amigos e outros com tendências em comum, fazendo do local um reduto da contracultura.

É interessante notar que, quando o músico John Lennon comprou os direitos do longa, em 1971, e o colocou em circuito normal, o filme não durou três dias, sendo fracasso total de público. Tal ocorrência evidencia o quanto o evento já tinha transcendido a obra em si e erguido suas próprias condições, da qual a película era apenas uma fração, um mote. Sem a magia da meia noite e seu público específico, El Topo parecia perder sua aura. Isso seria outra característica capital do fenômeno dos midnight movies.

A febre da meia noite

Em 1971, quatro salas nova-iorquinas resolveram tentar suas próprias sessões da meian noite: St. Marks, Waverly, Bijou e Olympia. Cada um partiu em busca de um novo El Topo. Entre as tentativas, estiveram: Macunaíma (69), que tirado do seu contexto brasileiro, devia oferecer experiência ainda mais surreal; Reefer Madness (36), filme anti-maconha, que adquiriu tom hilário para o público hippie; e, talvez o maior êxito nessa primeira leva, Freaks (32).

Este último foi dirigido por Tod Browning um ano após o lançamento de sua versão de Dracula (31), com Bela Lugosi. O cineasta estava em busca do que pudesse chocar o público tanto quanto o famoso vampiro, mas obteve péssimo retorno financeiro, principalmente por tratar de forma muito dúbia a questão da deformidade. Freaks expõe diversas aberrações de um circo de horrores itinerante, mas de um ponto de vista ambíguo. Ao mesmo tempo em que explora o que há de mais bizarro e medonho naqueles atores, também parece forrar a história de ternura e compaixão pelos mesmos, distanciando-se de qualquer noção de horror em sua acepção mais comum. Por mais que esse registro sinuoso possa parecer estranho às plateias da época e talvez até às de hoje, o público dos midnights parece não ter tido problema em aceitá-lo, quem sabe justamente pela identificação com os personagens rejeitados, marginalizados e estranhos expostos no filme.

Também com uma horda de seres estranhos, mas dessa vez investindo de vez no horror, Noite Dos Mortos Vivos (68) se tornou o grande sucessor de El Topo. Inicialmente, o filme de George Romero estreou em drive-ins, grindhouses e salas menores – todos estabelecimentos particularmente carentes de critério. As críticas, que a princípio foram péssimas, aos poucos foram se tornando elogios, conforme o longa era digerido além de sua superfície grotesca. Em 71, A Noite dos Mortos Vivos começou a ser exibido à meia noite e alçou de vez o voo para se tornar o maior êxito comercial em termos de custo-benefício da história, só sendo superado em 99, por A Bruxa de Blair.

A Noite dos Mortos Vivos lançou bases estéticas para praticamente todos filmes de zumbi posteriores. Mas o longa tornou-se respeitado até fora de seu gênero por sua capacidade enquanto alegoria política e social, algo rarefeito nos representantes de terror até essa época. Romero salienta em entrevista que, principalmente nos anos 50, era praxe em obras de horror pregar um medo da ciência em geral, sem um contexto moral ou político forte por trás. Por outro lado, em A Noite dos Mortos Vivos parece haver muito o que debater sobre: o teor das intervenções de telejornal que aparecem na história; a natureza dessa nova sociedade enigmática e a revolução que estão conduzindo; o significado por trás da intervenção do exército e a forma como ela acontece; e a forte cena final do assassinato do protagonista negro. Detalhe: essa cena foi às telonas no mesmo ano em que Martin Luther King morreu baleado. J. Hoberman, um dos autores do livro Midnight Movies, descreve o período em que A Noite dos Mortos Vivos foi feito como “o mais violento da história americana desde a Guerra Civil”.

Uma câmera na mão, um horário na cabeça

Outro aspecto maravilhoso em A Noite dos Mortos Vivos é o espírito de “faça você mesmo”, que Pink Flamingos (72) compartilhou em absoluto. Com apenas U$10.000 (orçamento irrisório para uma produção cinematográfica), John Waters dirigiu esse, que é facilmente um dos filmes mais insultuosos de todos os tempos. A película contém não só diálogos entre traficantes de bebês e sexo incestuoso entre um pai travesti e seu filho, mas também uma cena de coprofagia que desafia qualquer boa vontade até hoje – mas, claro, levou as platéias da meia noite a um novo patamar de liberação e histeria.

John Waters escreveu Pink Flamingos na época em que acompanhava o julgamento de Charles Manson e quis fazer algo para ir na contramão dos sentimentos hippies que já se encontravam decadentes. Esse foi o longa que sucedeu El Topo no Elgin e se tornou o terceiro grande êxito da meia noite. As críticas, todas negativas, pareciam apenas atrair mais ainda o público.

Praticamente na mesma época, Ensina-me a Viver (71) também foi lançado no circuito da meia noite. O longa mostrava Harold, um garoto de 18 anos com ideia fixa de suicídio, que inicia um caso afetivo de difícil categorização com uma mulher de 80 anos. A história fez bastante sucesso no circuito de arte brasileiro e chegou a ser adaptado para o teatro. Além da questão da liberação sexual, o filme contém pertinentes críticas ao militarismo, o que apenas ajudou o longa a reverberar na meia noite.

Diante da diversidade de gosto que esse público demonstrou até então, dá para entender como uma completa novidade como The Harder They Come (72) também conseguiu emplacar. O longa, que trazia o músico Jimmy Cliff como protagonista, foi o primeiro midnight movie de blaxploitation (tem apenas atores negros). Também foi o primeiro filme jamaicano da história. Para completar, foi o primeiro a ter trilha sonora de reggae. The Harder They Come trouxe o gênero ao exterior e o levou para o mainstream norte-americano, pouco antes do sucesso de Bob Marley. Embora tenha sido um completo sucesso na Jamaica, a película não vingou nos Estados Unidos no circuito comum. Ele ficou em cartaz por seis anos (somente à meia noite) no Orson Welles Cinema, em Massachussets.

O horror, o horror… Que horror?

O maior sucesso comercial dos midnight movies ocorreu no meio dos anos 70, com a estreia do musical The Rocky Horror Picture Show (75). Após bombar nas sessões da meia noite, o longa conquistou o resto dos Estados Unidos e até outros países. O culto em torno do filme tornou-se colossal. Era comum que fãs fossem vestidos como personagens e cantassem juntos com a tela durante a sessão. Dentro das salas, ocorriam pequenos eventos, como concursos de fantasia, bate-papo com atores e gincanas antes da projeção. O público cativo criou códigos para diversas cenas como, por exemplo, gritar certas coisas ao ver tal personagem ou acender isqueiros ao ver outro – até mesmo jogar arroz para o alto durante a cena do casamento. Em certas sessões, fãs se organizaram para encenar o longa simultaneamente abaixo da tela. Talvez seja o caso mais extremo de público se apropriando da obra na história do cinema.

O enredo de The Rocky Horror Picture Show é baseado na peça musical The Rocky Horror Show, de 73. Nela, um casal comum chega ao castelo de um travesti gótico chamado Frank N Furter no dia em que ele dá à luz sua criatura: o ariano musculoso Rocky. Em 79, algo entre 200 e 250 cópias eram exibidas pelos Estados Unidos, todas como midnight movie. A cada ano, The Rocky Horror Picture Show se pagava e obtinha lucro também. A película ficou no circuito da meia noite por mais de dez anos consecutivos sendo exibido diariamente e nunca deixou de ser exibido de vez. Até 2006, o longa ainda era exibido semanalmente em 23 salas dos Estados Unidos e mensalmente em outras 24, alcançando a condição de filme que mais tempo ficou em cartaz, de forma consecutiva, na história do cinema.

Completamente avesso ao tom de festa, Eraserhead (77) foi a grande decepção de público em sessões da meia noite. Foram poucos exemplos desse circuito que realmente lucraram, mas em contrapartida, existem menos exemplos ainda daqueles que simplesmente não lotaram, como nesse caso. É um fato curioso, principalmente por ser o primeiro longa de David Lynch, um dos cineastas que mais inspira culto na atualidade. Anos depois, ele se tornaria o diretor que mais teve êxito em termos de público e crítica, entre os que estiveram nesse circuito, além de ter admiração de figuras como George Lucas, Mel Brooks e Stanley Kubrick (que chegou a dizer que Eraserhead era seu filme favorito e usá-lo como referência para os atores em O Iluminado).

Mas é possível entender o que aconteceu. Por mais que tivesse a mesma aura surreal, original e self-made, Eraserhead não é cômico, não tem uma trilha sonora agitada, não inspira coletividades festivas e, definitivamente, não é imediato. É um filme letárgico, solitário, introspectivo e hermético, que já traz a atmosfera onírica que permearia todo cinema autoral de Lynch. Certos cinemas passaram Eraserhead semanalmente por quatro anos, mas nunca foram sessões lotadas. Ben Barenholtz, proprietário do Elgin, disse que manteve a película de Lynch por sentir que se tratava de “uma obra importante”. Poucos anos depois, o Elgin faliu.

Um amanhecer amargo

Conforme a década de 70 ia chegando ao seu fim, o mercado das sessões da meia noite começou a se esgotar e muitos cinemas alternativos foram fechando. Em meio a essa crise, alguns longas independentes seguiram as regras do jogo, como Liquid Sky (82). Considerado por alguns como o último midnight movie, essa insólita ficção científica mostra uma silenciosa invasão alienígena que inferniza pessoas da vanguarda nova-iorquina em busca de heroína e orgasmos. Os demais filmes importantes da época que podiam remeter à estética dos midnights já eram feitos por grandes estúdios e para o circuito normal. Foi o caso de The Warriors (79), Evil Dead (81), Heavy Metal (81) e The Wall (82).

De acordo com especialistas, as razões mais plausíveis para a decadência das sessões da meia noite, da forma como elas ocorriam nos anos 70, são: a assimilação do estilo, até então na contracultura, pela cultura, possibilitando sessões de longas estranhos fora daquele horário; a estagnação do culto em torno de determinadas obras, com menos apreço pelas novidades; o crescimento da TV a cabo; e, sobretudo, a popularização do VHS, que permitia sessões privativas de diversos desses títulos. Ninguém precisava mais se submeter à meia noite para ver um filme insólito com camaradas.

A partir da segunda metade dos anos 80, tudo que foi feito sob a alcunha de midnight movie já tinha um tom de homenagem, como no caso do Festival Internacional de Cinema de Toronto, que realiza a “Midnight Madness” desde 88. Mais recentemente, o Festival do Rio também criou uma sessão chamada “midnight movies”, para filmes experimentais e inovadores de sua seleção. O Sesc Tijuca tem o cineclube Phobus, cuja seleção tem o gênero como influência central.

Apesar dessas homenagens, os anos 80 foram caracterizados por ícones audiovisuais de outra estética, como Goonies (85) e Curtindo a Vida Adoidado (86), e a maior parte das manifestações nostálgicas hoje em dia são direcionadas para esse outro cinema, mais ingênuo e jovial.

É possível afirmar que os midnight movies foram importante manifestação da contracultura setentista. Eles se tornaram tão relevantes e divertidos que foram assimilados pelo público comum (e consequentemente pelos estúdios) e alteraram o curso do próprio cinema hollywoodiano, transformando-se em parcela muito significativa de qualquer seleção comercial hoje em dia. Valores que eram completamente marginais e conteúdos imorais e apelativos agora fazem parte da busca e do repertório de qualquer espectador-médio de cinema. Elementos como discussão de tabus, aura independente, cultos com pessoas fantasiadas e anti-heróis desajustados e negados pelo sistema compõem boa fatia da pauta cinematográfica contemporânea.

Muitas obras icônicas dos anos 90 e da atual década têm essas coisas, mas parece anacrônico se referir a tais longas como midnight movies. O discurso crítico se atenuou, dando mais lugar ao humor, por mais que a estética superficial lembre os midnights. Esse abrandamento é algo comum para qualquer objeto que passe da contracultura para a cultura, e não deve ser visto como uma derrota. Pelo contrário, esse é o maior testemunho da importância paradigmática que os filmes da meia noite setentista tiveram para alterar o curso da cultura pop pelas décadas seguintes.

Fontes:

Livros

LYNCH, David. Em Águas Profundas. Rio de Janeiro: Gryphus, 2008.

EWALD FILHO, Rubens. Cult Movies do Século XX. Brasil: Vimarc, 2001.

Documentários

Midnight Movies: From The Margin To The Mainstream. Stuart Samuels. 2005.

Longas *

El Topo. Alejandro Jodorowsky. 1970.

Equinox. Jack Woods & Dennis Muren. 1970.

Evil Dead. Sam Raimi. 1981.

Freaks. Tod Browning. 1932.

Harold And Maude. Hal Ashby. 1971.

Heavy Metal. Gerald Potterton. 1981.

Liquid Sky. Slava Tsukerman. 1982.

Multiple Maniacs. John Waters. 1970.

Night Of The Living Dead. George Romero. 1968.

Reefer Madness. Louis Gasnier. 1936.

Rocky Horror Picture Show. Jim Sharman. 1975.

Curtas

Asparagus. Suzan Pitt. 1979.

Bambi Meets Godzilla. Marv Newland. 1969.

Invocation Of My Demon Brother. Kenneth Anger. 1969.

Thank You Mask Man. Lenny Bruce. 1971.

Sites

http://en.wikipedia.org/wiki/Midnight_movies (em 30 de abril de 2009)

http://www.popsyndicate.com/archive/story/midnight_movies (em 12 de maio de 2009)

http://www.emanuellevy.com/search/details.cfm?id=47 (em 12 de maio de 2009)

http://www.guardian.co.uk/film/2007/mar/02/5 (em 12 de maio de 2009)

http://en.wikipedia.org/wiki/Exploitation_film (em 12 de maio de 2009)

http://en.wikipedia.org/wiki/Camp_(style) (em 12 de maio de 2009)

http://festivaldorio.com.br/site2008/ (em 1 de junho de 2009)

http://en.wikipedia.org/wiki/List_of_Presidents_of_the_United_States_of_America (em 1 de junho de 2009)

http://en.wikipedia.org/wiki/Opposition_to_the_Vietnam_War (em 1 de junho de 2009)

http://en.wikipedia.org/wiki/Counterculture_of_the_1960s (em 1 de junho de 2009)

* Todos filmes capitais não citados já tinham sido vistos anteriormente

** Agradecimentos a Tatiana Zacariotti pela capa

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